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As 1001 formas de "bem-comer" Leitão da Bairrada

Quando se fala de gastronomia portuguesa, um dos pratos que evoca tanto encanto e tradição é o Leitão assado à Bairrada. Esta iguaria, famosa pelo seu sabor inconfundível, textura suculenta e pele estaladiça, é uma referência da cozinha regional e foi mesmo reconhecida como uma das 7 Maravilhas da Gastronomia de Portugal.

 

Na Bairrada, comer leitão é muito mais do que apreciar um prato: é viver uma experiência que combina tradição, técnica e história. A confeção do Leitão segue um método tradicional desde o temperar de sal, pimenta e alho, até assar lentamente num forno de lenha até atingir uma textura dourada e crocante que todos conhecemos e desejamos encontrar à mesa.

 

A forma mais clássica de degustar esta iguaria é simples e direta, tradicionalmente acompanhado por batata cozida, salada e laranja às rodelas, que ajudam a equilibrar a riqueza da carne e a refrescar o paladar. Mas, tal como a gastronomia da Bairrada como um todo, este prato tradicional também inspirou a criatividade dos portugueses na multiplicidade de maneiras que podemos saborear o leitão.

 

Há uma série de pratos derivados e especialidades que multiplicam a forma como esta iguaria pode ser desfrutada. Começamos com a Cabidela de Leitão, uma das formas mais tradicionais de aproveitar as partes menos nobres do leitão, com sangue e miúdos ligeiramente cozinhados num refogado aromático; a Feijoada de Leitão, outro clássico que aproveita sobras do leitão assado, combinando pedaços de carne com feijão branco cozido, resultando num guisado bastante reconfortante e generoso para estes dias mais frios; Iscas de Leitão, ou seja, o fígado cortado e frito, servido como uma entrada ou como petisco; Sandes de Leitão, uma forma prática e deliciosa de consumir o leitão, feita com pedaços suculentos servidos dentro de pão fresco, mantendo todos os sabores intensos sem perder a tradição. Estes, claro, são os exemplos mais conhecidos, mas existem também outras formas de comer leitão mais variadas como queques de leitão, empadas, croissants, rissóis e muito mais.

 

Convidamo-lo a descobrir porque é que o Leitão da Bairrada conquistou paladares em todo o país e por que razão continua a ser um dos motivos pelos quais turistas, amantes da gastronomia e viajantes curiosos visitam esta região. Desde o prato mais clássico, até às suas versões mais criativas. Cada garfada conta a tradição deste sabores que se prolongam à mesa.

 

Se ainda não experimentou estas maravilhas, a Bairrada convida-o. Aqui, o Leitão não é apenas uma refeição, mas um motivo para celebrar a região e os sabores que nos unem.

 

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1001 formas de comer Leitão 0
Abrir uma garrafa de espumante...

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O que quase ninguém faz ao abrir uma garrafa de espumante.


Abrir uma garrafa de espumante é sempre um momento especial. Saber fazê-lo corretamente garante segurança, elegância e preserva toda a frescura do vinho.
Os espumantes têm uma pressão interna elevada, causada pelo dióxido de carbono naturalmente presente. Arrefecer a garrafa à temperatura adequada ajuda a reduzi-la, mas o controlo do gesto é essencial desde o primeiro momento.

Depois de retirar a cápsula, desapertar o muselet (a gaiola de arame) e manter sempre a rolha bem segura, incline ligeiramente a garrafa. Segure a rolha com uma mão e a base da garrafa com a outra.

 

"O segredo está em rodar a garrafa, não a rolha."

 

Gire lentamente a garrafa, mantendo a rolha firme, até libertar a pressão de forma gradual. O resultado ideal é um suave “puft” — discreto, elegante e sem desperdício de vinho.

São pequenos gestos que tornam o momento de abrir uma garrafa de espumante tão especial quanto o primeiro gole.

 

Truques e dicas de quem sabe

  • Uma garrafa de espumante tem, em média, 6 a 7 bar de pressão interna. Para comparação, um pneu de automóvel tem cerca de 2 a 2,5 bar — uma boa forma de perceber porque a rolha nunca deve ser subestimada.
  • Arrefecer bem o espumante não é apenas uma questão de serviço. A baixa temperatura ajuda a controlar a pressão interna da garrafa e torna a abertura mais segura.
  • O muselet tradicional tem, regra geral, seis voltas de arame. Um detalhe curioso que ajuda a perceber porque deve ser desapertado com calma e atenção.
  • O som ideal ao abrir um espumante não é um grande estouro, mas um discreto “puft”, mais elegante e que preserva melhor a espuma e os aromas.
  • Abrir corretamente a garrafa faz parte da experiência de prova e contribui para que o espumante se apresente da melhor forma no copo.

 

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Como abrir uma garrafa de espumante 1