Barrium | Coletivo Nora - O mural Barrium, feito pelo Coletivo Nora, está situado na entrada poente da cidade. Ao longo dos seus cerca de 65 metros de comprimento, homenageiam as gentes e tradições, como sejam, agrícolas, como os arrozais, e industriais, como a cerâmica e metalomecânica. A sua a cor laranja remete para a arquitetura industrial das antigas fábricas, construídas em tijolo maciço de barro vermelho, com as suas típicas chaminés, que fazem parte da paisagem da cidade.
Instalações Sanitárias Públicas | Coletivo Nora
OBSC | Zooter- Esta obra da autoria de Zooter está localizada na fachada da sede do Oliveira do Bairro Sport Clube (Campo São Sebastião).
Sem título | António Conceição- Esta intervenção de arte urbana da autoria de António Conceição está localizada no Parque dos Pinheiros Mansos, em Oliveira do Bairro.
Campos de Street Art | António Conceição- Pintura do campo de basquetebol do Parque dos Pinheiros Mansos, em coordenação com a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e a Federação Portuguesa de Basquetebol, no âmbito do protocolo 3x3 BasketArt. Uma pintura inspirada no Coração da Bairrada, nas Cegonhas e no envolvimento do próprio parque e dos pinheiros mansos no campo de basquetebol.
Sem título | Ratu & Zooter- A obra de Ratu e Zooter retrata o Rio Cértima e os arrozais, plantados ao longo da sua margem, bem como a cerâmica, uma das principais indústrias do concelho.
Alma Bairradina | Steven Marques- Esta intervenção de arte urbana da autoria de Steven Marques localiza-se em Oiã e é inspirada na cultura e história da região da Bairrada. Esta obra foi realizada para assinalar a festividade "Festa da Flor", que se realiza na vila de Oiã.
Sem título | António Conceição- O mural projetado pelo artista António Conceição, inserido na zona industrial de Oiã, no município de Oliveira do Bairro, tem como objetivo principal enaltecer a identidade industrial da região, destacando os sectores que marcam a sua história e evolução.O projeto visa criar uma ligação entre a arte urbana e a história industrial de Oiã, uma região que se distingue pelos seus sectores de cerâmica, metalurgia e a indústria de moldes.
Visconde de Bustos | António Conceição- Esta intervenção de arte urbana é da autoria de António Conceição. O desafio colocado ao artista foi o de perpetuar a memória do Visconde de Bustos, António Duarte Sereno, figura marcante da vila, assim como o torreão do seu palacete, construído em 1906, que se transformou numa marca icónica e identitária da vila. A intervenção fica situada junto à Radiolândia - Museu do Rádio, equipamento museológico que se tem também assumido como "cartão de visita" da vila de Bustos, e muito perto de outra intervenção, instalada num muro do parque infantil, da autoria do Coletivo Nora.
Mural Parque Infantil | Coletivo Nora- A obra da autoria do Coletivo Nora exalta a relação entre as crianças e os jogos que antes se jogavam e cada vez menos se jogam. Uma dictomia entre as brincadeiras do passado e a realidade do presente. A ideia é uma sequência de um jogo ponto-a-ponto, numerado, que ao longo do mural se vai construindo e montando numa mancha de objetos relacionados com a rádio.
O Património Cultural da Bairrada ligado à Música Tradicional | Lara Roseiro- A obra da autoria de Lara Roseiro, apresenta três figuras que remetem para o tema do Museu de Etnomúsica da Bairrada, onde está implantada, simbolizando o património cultural da Bairrada ligado à música tradicional. Cada personagem representa a música ou etnografia da região: os seus instrumentos musicais, os seus trajes e os seus objetos artesanais, bem como as suas tradições.
As Gentes da Terra | António Conceição- O Mural de Arte Urbana localizado junto à Praça de São Pedro, no centro da Palhaça, foi realizado por António Conceição. A obra, de homenagem às gentes e tradições desta vila, exibe três grandes marcas da freguesia: a evolução da Feira da Palhaça, a procissão de São Pedro e a famosa lenda da Fonte Bebe e Vai-te.
A Lenda da Mamarrosa | António Conceição- Esta obra de António Conceição localiza-se na
Rua da Banda Filarmónica, junto à rotunda da Mamoa, na vila da Mamarrosa.
O artista inspirou-se numa lenda local, que explica a origem do nome da localidade.
A lenda da Mamarrosa "Era uma vez um cavaleiro estrangeiro que ia montado no seu cavalo e, ao chegar onde é hoje localizada a vila da Mamarrosa, encontrou uma
mulher sentada à porta da sua casa e estava a dar a mama ao seu bebé.
O cavaleiro perguntou-lhe na sua língua como se chamava aquela povoação, mas ela não entendeunada e falou para a sua filha, a seguinte expressão “- Mama, Rosa”.
O cavaleiro repetiu a sua pergunta. A mulher como não entendia mesmo nada, respondeu a mesma
expressão “- Mama, Rosa”.
Para o cavaleiro, aquela terra passou a chamar-se Mama(r)rosa e continuou a sua viagem.
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